Marcha Mundial pela Paz e pela Não-Violência

Posted in "tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas", no que acredito, promotions on December 8th, 2009 by admin – Be the first to comment

A MARCHA MUNDIAL: UMA PROPOSTA HUMANISTA
A Marcha Mundial pela Paz e pela Não-violência foi lançada durante o Simpósio do Centro Mundial de Estudos Humanistas no Parque de Estudo e Reflexão Punta de Vacas (Argentina), em 15 de novembro de 2008.

Esta Marcha pretende criar consciência frente à perigosa situação mundial que atravessamos, marcada pela grande probabilidade de conflito nuclear, pelo armamentismo e pela violenta ocupação militar de territórios.

Esta é uma proposta de mobilização social sem precedentes, impulsionada pelo Movimento Humanista através de um de seus organismos, o Mundo sem Guerras.

A proposta inicial se desenvolveu muito rapidamente. Em poucos meses, a Marcha Mundial já suscitou a adesão de milhares de pessoas, agrupações pacifistas e não-violentas, diversas instituições, personalidades do mundo da ciência, da cultura e da política, sensíveis à urgência do momento. Também inspirou uma grande diversidade de iniciativas em mais de 100 países, configurando um fenômeno humano em veloz crescimento (www.theworldmarch.org).

A SITUAÇÃO ATUAL
Vivemos uma situação crítica em todo o mundo, caracterizada pela pobreza de vastas regiões, o confronto entre culturas, a violência e a discriminação que contaminam a vida cotidiana de amplos setores da população. Existem conflitos armados em diversos pontos, uma profunda crise do sistema financeiro internacional, ao que se soma hoje a crescente ameaça nuclear, a máxima urgência do momento. Este é um momento de grande complexidade. Aos interesses irresponsáveis das potências nucleares e à loucura de grupos violentos com possível acesso a material nuclear de dimensões reduzidas, devemos acrescentar o risco de um acidente que poderia detonar um conflito devastador.

Não é uma soma de crises particulares. Estamos diante do fracasso global de um sistema cuja metodologia de ação é a violência e cujo valor central é o dinheiro.

AS PROPOSTAS DA MARCHA MUNDIAL
Para evitar a catástrofe atômica futura, devemos superar a violência hoje, exigindo:

• o desarmamento nuclear em nível mundial;

• a retirada imediata das tropas invasoras dos territórios ocupados;

• a redução progressiva e proporcional do armamento convencional;

• a assinatura de tratados de não agressão entre países; e

• a renúncia dos governos a utilizar as guerras como meio para resolver conflitos.

Urge criar consciência da Paz e do desarmamento. Mas é necessário também despertar a consciência da Não-violência que nos permita rejeitar não somente a violência física, mas também toda forma de violência (econômica, racial, psicológica, religiosa, sexual, etc.). Esta nova sensibilidade pode se instalar e comover as estruturas sociais, abrindo caminho para a futura Nação Humana Universal.

Reivindicamos nosso direito de viver em paz e liberdade. Não se vive em liberdade quando se vive ameaçado.

A Marcha Mundial é um chamado para que todas as pessoas unam seus esforços e tomem em suas mãos a responsabilidade de mudar nosso mundo, superando sua violência pessoal, apoiando-se em seu âmbito mais próximo e até onde chegue sua influência.

A MARCHA EM AÇÃO
A Marcha Mundial pela Paz e pela Não-violência já está inspirando diversas iniciativas e atividades que deverão se multiplicar nos próximos meses. Uma delas será a marcha simbólica de uma equipe multicultural que percorrerá os seis continentes. Começará em 2 de outubro (Dia Internacional da Não-violência) em Wellington, Nova Zelândia, e culminará em 2 de janeiro de 2010 ao pés do Monte Aconcagua, em Punta de Vacas, Argentina.

Durante todo esse tempo, em centenas de cidades serão realizadas marchas, festivais, fóruns, conferências e outros eventos para criar consciência da urgência da paz e da não-violência. No mundo todo, campanhas de adesão à Marcha multiplicarão esse sinal para além do que é agora imaginável.

Pela primeira vez na história, um evento dessa magnitude se põe em marcha por iniciativa das pessoas.

A verdadeira força desta Marcha nasce do simples ato de quem, por consciência, adere a uma causa digna e a compartilha com outros.

Créditos: The world March e Marcha Mundial 2010

Lula é citado em campanha que critica falta de ações climáticas

Posted in "tu te tornas eternamente responsável pelo que cativas" on December 2nd, 2009 by admin – Be the first to comment

O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva foi citado em uma campanha organizada pelas ONGs ambientais Greenpeace e TicTacTicTac que critica a falta de ações de líderes mundiais para travar o aquecimento global. O protesto, realizado em Copenhague, na Dinamarca, ocorre há menos de uma semana da Cúpula sobre Mudança Climática, que será realizada de 7 a 18 de dezembro. (+)

1º DE DEZEMBRO DIA MUNDIAL DE COMBATE A AIDS

Posted in promotions on December 1st, 2009 by admin – Be the first to comment

“Combate ao Preconceito e ao Estigma”

Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas – ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/Aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada a partir de 1988.(+)

Massive icebergs floating towards coast of New Zealand

Posted in e agora José? on November 26th, 2009 by admin – Be the first to comment

By Dean Irvine, CNN

Hong Kong, China (CNN) — New Zealand is preparing for some rare spring visitors.
More than 100 icebergs that were first spotted off the coast of Macquarie Island, an Australian territory around 900 miles south east of Tasmania, are now thought to be only 200 miles away from New Zealand’s south coast. (+)

Diminuição de nível de rio mata milhares de peixes no AM

Posted in e agora José? on November 25th, 2009 by admin – Be the first to comment

ARNOLDO SANTOS
Direto de Manaquiri

A rápida diminuição do nível da água está causando a morte de milhares de peixes no rio Manaquiri, afluente do rio Solimões. A cidade mais atingida é o município que leva o mesmo nome do rio, distante cerca de 65 km de Manaus (AM) em linha reta.

Em aproximadamente 200 km de extensão de rio, as margens estão cobertas de peixes de diversas espécies que não resistiram ao pequeno espaço e morreram sem oxigênio.

A cidade está praticamente isolada porque o nível do rio não mais suporta embarcações de grande porte. Somente canoas e lanchas conseguem navegar pelo canal que dá acesso a Manaquiri.

“Por enquanto, as famílias ainda têm algumas reservas. Mas a maioria delas vive da pesca comercial”, disse o prefeito de Manaquiri, Jair Souto. “E os agricultores usam o peixe como principal alimento. Isso está afetando a população pela falta do peixe.”
Pelos dados da prefeitura, não chove na região há pelo menos 25 dias.
É o segundo grande período de falta de chuvas que atinge a região. Na zona rural, o ribeirinho tenta sobreviver no meio do mau cheiro causado pela imensa quantidade de peixes mortos.

“Agora, vai ser só no (alimento) enlatado e feijão. Essa é a última seca que passou aqui”, afirmou a agricultora Iraci Araújo, 60 anos. “Eu vou embora daqui.”

A seca do rio atingiu também a educação municipal. Mais de 2,6 mil estudantes do ensino fundamental tiveram as aulas paralisadas. Com a vazante, o acesso às comunidades fica mais difícil. Com a situação, o ribeirinho tenta aproveitar a facilidade de pescar, já que os peixes ficam amontoados nas margens, boiando na superfície. Os peixes podem ser pegos com a mão no leito seco do rio.

Esta é a segunda grande seca que atinge o município de Manaquiri em cinco anos. Em 2005, o nível da água baixou 13 m, fazendo com que mais de 2,8 mil famílias ficassem isoladas.

Ações emergenciais de entrega de alimento e água potável foram realizadas pelo governo do Estado com a ajuda das Forças Armadas. “Estamos avaliando a situação. Ela deve piorar nos próximos dias, se a estiagem cair”, disse Jair Souto. “Nós devemos decretar estado de emergência se a situação não melhorar.”

Segundo o último boletim meteorológico do Sistema de Proteção de Amazônia (SIPAM), expedido na semana passada, a média de chuvas para os próximos três meses deve ficar abaixo do normal.

Créditos: Terra

Brasil é “superpotência pronta para alimentar o mundo”, diz ‘FT’

Posted in no que acredito on November 5th, 2009 by admin – 2 Comments

O jornal britânico Financial Times traz em sua edição desta quinta-feira um caderno especial dedicado a oportunidades de investimento no Brasil em que chama o país de “superpotência agrícola pronta para alimentar o mundo” mas aponta para deficiências no setores de infra-estrutura e educação.

Créditos:BBC

“Sou brasileiro e não desisto nunca…”

Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância.

Posted in no que acredito on November 4th, 2009 by admin – Be the first to comment

Sócrates

Uma ilha muito além da fantasia

Posted in no que acredito on November 4th, 2009 by admin – Be the first to comment

Por Julio Godoy – correspondente da IPS.

Tranebjerg, Dinamarca, 2 de novembro (Terramérica).- Na ilha dinamarquesa de Samsø, exemplo excepcional de autossuficiência energética, até o leite de vaca ajuda a reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global. Samsø, com apenas 114 quilômetros quadrados habitados por pouco mais de quatro mil pessoas, fica na Baía de Kattegat, no Mar do Norte, cerca de 120 quilômetros a oeste de Copenhague. Sua merecida reputação se deve ao fato de gerar toda a energia que consome por meio de turbinas eólicas e painéis solares.

Desde que, em 1997, Samsø ganhou uma competição nacional para ser comunidade-protótipo no uso de fontes de energia renováveis, os samsingers – como se chamam seus habitantes – revolucionaram todos os aspectos de sua vida cotidiana para contribuir com a eficiência ambiental. Esta busca é tal que até mesmo a produção de leite de vaca é parte do sistema de aproveitamento energético. No momento da ordenha, o leite tem temperatura de aproximadamente 38 graus e deve ser esfriado imediatamente até três graus. Alguns produtores de Samsø acoplaram ao tanque coletor um mecanismo de transferência de temperatura para impedir que esse calor se dissipe no ar, o que permite usá-lo na calefação de suas casas.

Apesar de toda a engenhosidade, os pecuaristas ainda não encontraram solução para o metano e outros gases de efeito estufa gerados pela digestão bovina. Mas estudam o sistema aplicado em uma fazenda modelo da península de Jutlandia, que recicla os gases e dejetos da criação de porcos, que são usados como fonte de energia e fertilizante para cultivar tomates. Apesar de a transferência de calor do leite de vaca para a calefação doméstica ser um componente marginal do sistema de geração energética da comunidade de Samsø, ela ilustra os esforços da ilha para melhorar seu equilíbrio com a natureza.

A parte principal do sistema são 11 turbinas de vento, que geram uma média de 28 mil megawatts anuais, suficientes para fornecer eletricidade a toda a comunidade, alimentar todo o serviço de transporte coletivo da ilha e inclusive gerar excedente de 10% para vender a outras regiões dinamarquesas. Os benefícios econômicos dessa venda são reinvestidos no sistema local de energia renovável. Isso não significa que os samsingers tenham aposentado os automóveis e outros meios de transporte tradicionais. Por exemplo, as três barcas que fazem a ligação da ilha com terra firme consomem nove mil litros de petróleo por dia. Mesmo assim, Samsø vende mais energia limpa ao continente do que compra na forma de combustíveis fósseis.

A comunidade está disposta a experimentar os veículos elétricos. “As distâncias aqui são muito curtas, inferiores a 50 quilômetros”, disse ao Terramérica Søren Hermansen, diretor da Academia de Energia da ilha e pioneiro da revolução ambiental local. “Se a bateria de um automóvel elétrico pode acumular energia para, digamos, 120 quilômetros, então se converte em um acumulador, que nos permitiria não vender nossa energia limpa e utilizá-la aqui”, afirmou. Os agricultores adaptaram os motores de tratores e outros veículos para que consumam etanol ou outros combustíveis destilados da vegetação nativa, como a colza.

Samsø dispõe também de quatro geradores movidos a combustão de palha, abundante no território. Os geradores são duais: produzem calor e eletricidade, o que ajuda a aumentar sua eficiência. Em muitas casas foram instalados painéis solares, calefação geotérmica e caldeiras alimentadas com biomassa ou madeira tratada para eliminar as emissões de carbono. Ao uso de energia renovável, é acrescentada a vontade dos samsingers de reduzir seu consumo elétrico. Jytte Nauntoft, proprietária de uma loja de aparelhos elétricos em Tranebjerg, a cidade mais importante da ilha, disse ao Terramérica que todas as casas possuem o equipamento necessário para a vida cotidiana, desde refrigeradores e lavadoras até televisores. “Porém, como a eletricidade é muito cara, as pessoas aqui compram os modelos mais básicos e mais eficientes”, explicou.

Este complexo sistema de geração e de ganhos de eficiência fez a ilha deixar de ser totalmente dependente do petróleo e do carvão em 1997, início do experimento, para ser energeticamente autossuficiente em 2003, utilizando apenas recursos renováveis. Desde 2007, tampouco emite gases de efeito estufa. A certificação do balanço energético esteve a cargo da estatal agência dinamarquesa de energia e da consultoria Planenergi, coautoras da avaliação de 2007. Esses êxitos são analisados de acordo com a densidade energética, que mede a quantidade de energia ideal a ser gerada por unidade de área. Para o caso de Samsø, esta densidade deve ser de, pelo menos, dois watts por metro quadrado. “Samsø alcançou esta densidade no final de 2008”, disse Hermansen ao Terramérica.

O sucesso da experiência é tal que a ilha é frequentemente visitada por funcionários de governos estrangeiros, especialistas ambientais, jornalistas e estudantes de todo o mundo. Assim, chegou um grupo de visitantes da Organização Global de Legisladores para o Equilíbrio Ambiental (Globe), que se reuniu, nos dias 24 e 25 do mês passado, em Copenhague, para reforçar o impulso político a um tratado climático que se espera seja alcançado em dezembro, também na capital da Dinamarca. Do encontro da Globe participaram parlamentares do Grupo dos Oito países mais poderosos (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia) e as nações emergentes Brasil, China, Índia, México, África do Sul, Austrália, Coréia do Sul e a anfitriã Dinamarca.

Hermansen disse ao Terramérica que, em recente visita a Samsø, o embaixador do Egito queixou-se de que a ilha é muito pequena para poder ser um exemplo mundial. “Quatro mil habitantes. Esta ilha representa menos do que três blocos de casas no Cairo”, disse o diplomata, ao que Hermansen respondeu: “O senhor não tem de revolucionar todo o sistema energético egípcio de imediato. Talvez devesse começar por reformar três blocos de casas no Cairo”. Além do sistema energético samginger, Hermansen também transformou o famoso lema ecológico “pensar globalmente, agir localmente”. O que “cada um de nós tem de fazer é pensar em termos ambientais locais e agir localmente. O resto se resolve por sinergia”, ressaltou.

Jörgen Tranberg, um dos produtores que utiliza o calor do leite de suas 150 vacas para aquecer sua casa, desenvolve a idéia de Hermansen. “Cada lugar tem suas particularidades. Como na Noruega há muitas cataratas, os noruegueses geram muita eletricidade com represas. Em Samsø sempre queimamos palha, que é abundante na ilha. Antes, era queimada ao ar livre. Hoje, a queima é feita em caldeiras altamente eficientes”, disse Tranberg ao Terramérica. O produtor considera necessário ver além do preço aparente dos combustíveis. “À primeira vista, os combustíveis mais baratos são petróleo e carvão. Mas ambos têm muitos custos ocultos, não expressos no preço de mercado”, acrescentou.

Um dos fatores que contribuiu para fazer de Samsø um sucesso é a participação dos moradores. Segundo Hermansen, quando o processo teve início, em 1997, ele já estava convencido de suas possibilidades. A chave, falou-se na época, era convencer a comunidade a participar economicamente da revolução. E funcionou. Hoje, os habitantes são proprietários privados das turbinas eólicas, dos painéis solares e do sistema de calefação comunitário de Samsø.

Cientistas provocam nevasca em Pequim

Posted in e agora José? on November 2nd, 2009 by admin – Be the first to comment

Meteorologistas chineses provocaram uma nevasca sobre a cidade de Pequim após borrifar nuvens com iodeto de prata para combater os efeitos de uma seca.

O ministério para a Modificação do Tempo borrifou as nuvens com 186 doses da substância química para fazer chover sobre as plantações de trigo, disse o jornal Beijing Evening News. Mas uma frente fria provocou uma forte nevasca, atrapalhando o tráfego nas estradas, ferrovias e vias aéreas. Fazia dez anos que a neve não chegava tão cedo à capital chinesa. Borrifar nuvens com químicos para provocar chuvas é um recurso usado com frequência na China. Secas são comuns no norte do país, enquanto a região sul tende a sofrer com inundações frequentes. Na província de Anhui, que enfrentava uma seca desde setembro, houve 4 cm de chuva no fim de semana. Grande parte da agricultura do país ainda depende da chuva, já que há poucos sistemas de irrigação. Em fevereiro, as autoridades provocaram nevascas artificiais sobre Pequim para tentar aliviar a seca. Além de borrifar nuvens com agentes químicos, o governo chinês está construindo uma imensa rede de túneis e hidrovias que vai transportar água do sul para o norte, mas o projeto só deverá ser completado dentro de cinco anos.

Créditos: BBC

Tictactictac

Posted in promotions on November 1st, 2009 by admin – Be the first to comment

O contador é um lembrete de que chega o dia de os líderes mundiais tomarem atitudes certas para controlar o aquecimento global. É a mensagem do movimento Tictactictac, aliança entre ONGs, sindicatos, grupos religiosos e pessoas como você que lutam por um mundo justo e sustentável.

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O contador é um lembrete de que chega o dia de os líderes mundiais tomarem atitudes certas para controlar o aquecimento global. É a mensagem do movimento Tictactictac, aliança entre ONGs, sindicatos, grupos religiosos e pessoas como você que lutam por um mundo justo e sustentável.